Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ifgoiano.edu.br/handle/prefix/6453
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Júnior, Josias José da Silva-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5939081751684198pt_BR
dc.creatorDaniele Costa da Rosa; Eliane Costa da Silva; Gustavo Augusto de Araujo Chaves Pereira Junior​​​​​​​; Marco Antônio Costa Alves; Neiza Mara Oliveira-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/9246232741495132pt_BR
dc.date.accessioned2026-03-30T12:17:11Z-
dc.date.available2026-03-27-
dc.date.available2026-03-30T12:17:11Z-
dc.date.issued2026-03-17-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifgoiano.edu.br/handle/prefix/6453-
dc.description.abstractAgeism, a discriminatory problem in Brazilian society, is characterized as prejudice based on age, reverberating in various spheres of social relations, including education. In this instance, it manifests itself as a set of structural obstacles that limit individuals' participation in Professional and Technological Education (EPT), which may include a lack of inclusive policies, rigid curricula, and a lack of teacher training to deal with the diversity of experiences brought by students in their life trajectories, whether professional or personal. This condition carries a stigmatization of different age groups, representing the core of the issue to be analyzed. By devaluing young people for their supposed lack of experience and adults for their supposed obsolescence, ageism acts as an obstacle to inclusion and equity, a dynamic that reinforces hierarchies and limits the learning and development potential of all involved. Methodologically, the research is bibliographic in nature with a qualitative approach based on the analysis of available academic and scientific literature on the subject. It is based on references from emancipatory education and integral human formation, seeking to understand the phenomenon of ageism and strategies to combat it. The main objective of this article is to analyze how intergenerational pedagogical practice can contribute to creating an environment where all these age differences are valued and respected in their pluralities, and where people have opportunities to express themselves equally. Ultimately, the results obtained will demonstrate that ageism reinforces classifications and segregation, devaluing knowledge. Intergenerational practice, on the other hand, encourages dialogue and the reciprocal exchange of experiences, allowing it to become a powerful learning resource, capable of combating stereotypes and enriching students' education. It repositions Professional and Technological Education as an instrument of social justice, promoting training that goes beyond technical mastery, creating critical citizens and professionals prepared for the challenges of the world of work.pt_BR
dc.description.resumoO etarismo, problema discriminatório na sociedade brasileira, caracteriza-se como preconceito com base na idade, se reverberando em várias esferas de relações sociais, inclusive educacionais. Manifesta-se nesta instância, como um conjunto de obstáculos estruturais que limitam a participação dos sujeitos na Educação Profissional e Tecnológica-EPT, podendo incluir a falta de políticas inclusivas, a rigidez curricular e a ausência de preparo docente para lidar com a diversidade de experiências trazidas pelos discentes na sua trajetória de vida, seja ela laboral ou pessoal. Essa condição carrega uma estigmatização dos diferentes grupos etários representando o núcleo da questão a ser analisada. Ao desvalorizar os jovens por sua suposta falta de experiência e os adultos por uma suposta obsolescência, o etarismo atua como um obstáculo à inclusão e à equidade, dinâmica que reforça hierarquias e limita o potencial de aprendizagem e desenvolvimento de todos os envolvidos. Metodologicamente, a pesquisa tem natureza bibliográfica, com uma abordagem qualitativa, fundamentada na análise de literatura acadêmica e científica disponível sobre o tema. Está pautada em referenciais da educação emancipatória e da formação humana integral, buscando compreender o fenômeno do etarismo e estratégias para seu enfrentamento. O objetivo principal deste artigo é analisar como a prática pedagógica intergeracional pode contribuir para criar um ambiente onde todas essas diferenças etárias são valorizadas, respeitadas em suas pluralidades, cujas pessoas têm oportunidades de se expressarem igualitariamente. Ao Final, os resultados obtidos vão demonstrar que o preconceito etário reforça classificações e segregações, desvalorizando saberes. Já a prática intergeracional é um incentivo ao diálogo e à troca recíproca de experiências, permitindo que se transforme em um potente recurso de aprendizagem, capaz de combater estereótipos e enriquecer a formação dos estudantes. Reposiciona a Educação Profissional e Tecnológica como instrumento de justiça social, promovendo uma formação que vai além do domínio técnico, constituindo cidadãos críticos e Profissionais preparados para os desafios do um mundo do trabalho.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by ELIANE COSTA DA SILVA (eliane.costa1@estudante.ifgoiano.edu.br) on 2026-03-28T01:49:43Z No. of bitstreams: 1 artigo_Eliane Silva.pdf: 928224 bytes, checksum: a2926420bc119cd94172e737b11a303d (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Itala Moreira Alves (itala.moreira@ifgoiano.edu.br) on 2026-03-30T12:14:27Z (GMT) No. of bitstreams: 1 artigo_Eliane Silva.pdf: 928224 bytes, checksum: a2926420bc119cd94172e737b11a303d (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Itala Moreira Alves (itala.moreira@ifgoiano.edu.br) on 2026-03-30T12:17:02Z (GMT) No. of bitstreams: 1 artigo_Eliane Silva.pdf: 928224 bytes, checksum: a2926420bc119cd94172e737b11a303d (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-30T12:17:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 artigo_Eliane Silva.pdf: 928224 bytes, checksum: a2926420bc119cd94172e737b11a303d (MD5) Previous issue date: 2026-03-17en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal Goianopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Ipameript_BR
dc.publisher.initialsIF Goianopt_BR
dc.relation.referencesAKOTIRENE, Karla. Interseccionalidade. São Paulo: Polém, 2019. ALMEIDA, Ítalo D’Artagnan. Metodologia do trabalho científico [recurso eletrônico]. Recife: Ed. UFPE, 2021. (Coleção Geografia). ARAUJO, Bruno Rodrigo Tavares; DIÓGENES, Elione Maria Nogueira; FURLAN, Fernanda Mendes; COTRIM, Antonio Anderson Teixeira. Políticas públicas para educação profissional e tecnológica no Brasil – breves notas. Caderno Pedagógico, [S. l.], v. 21, n. 1, p. 2818–2832, 2024. Disponível em: https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/view/2499. Acesso em: 9 set. 2025. AZEVEDO, Fernando de. Manifestos dos pioneiros da Educação Nova (1932) e dos educadores 1959. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010. 122 p. – (Coleção Educadores). BRASIL, Ministério da Cultura. Boletim Diversidade em Cena, edição nº 8, outubro de 2024. Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/governanca/imagens-programa-integridade/programa-integridade-em-cena-novo/diversidade-em-pauta. Acesso em: 11 set. 2024. BRASIL, Ministério da Cultura. Boletim Diversidade em Cena, edição nº 8, outubro de 2024. Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/governanca/imagens-programa-integridade/programa-integridade-em-cena-novo/diversidade-em-pauta. Acesso em: 11 set. 2024. BRASIL, Decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909. Cria nas capitais dos Estados as Escolas de Aprendizes Artífices, para o ensino profissional primário e gratuito. Diário Oficial da União: seção 1, Rio de Janeiro, RJ, 24 set. 1909. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC). Relatório de Gestão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – 2022. Brasília: MEC/SETEC, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br. Acesso em: 25 out. 2025. CARMO, Gisleine do. MARCELLOS, Cíntia Fernandes. Metodologias ativas na educação profissional e tecnológica: uma revisão integrativa. SciELO Preprints, 2025. DOI: 10.1590/SciELOPreprints.11033. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/11033. Acesso em: 11 set. 2025. CAVALCANTE, Lívia Teixeira Canuto; OLIVEIRA, Adélia Augusta Souto de. Métodos de revisão bibliográfica nos estudos científicos. Psicol. rev. (Belo Horizonte), Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 83-102, abr. 2020. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-11682020000100006. Acessos em: 24 mai. 2025. CIAVATTA, Maria.; RAMOS, Marise. Ensino Médio e Educação Profissional no Brasil: dualidade e fragmentação. Revista Retratos da Escola, v. 5, n. 8, p. 27-41, 2011. https://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/45. Acesso em: 11 set. 2025. CIAVATTA, Maria. O ensino integrado, a politécnica e a educação omnilateral. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 23, n. 1, p. 187–205, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/download/9303/6679/26898. Acesso em: 25 out. 2025. CRENSHA, Kimberlé. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex. University of Chicago Legal Forum, 1989. EPALE. Os benefícios da aprendizagem intergeracional. EPALE - Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa, 11 abr. 2022. Disponível em: https://epale.ec.europa.eu/pt/content/os-beneficios-da-aprendizagem-intergeracional. Acesso em: 24 mai. 2025. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 67.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. - São Paulo: Atlas, 2002. GOLDANI, Ana Maria. Desafios do preconceito etário no Brasil. Dossiê: De uma geração a outra: a dimensão educativa dos processos de transmissão intergeracional. Educ. Soc. 31 (111), Jun 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/PBGcfLysHXVXtcfbrhJjdbF/?lang=pt. Acesso em: 11 de set. 2025. GOLDANI, Ana Maria. Desafios do preconceito etário no Brasil. Dossiê: De uma geração a outra: a dimensão educativa dos processos de transmissão intergeracional. Educ. Soc. 31 (111), Jun 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/PBGcfLysHXVXtcfbrhJjdbF/?lang=pt. Acesso em: 11 de set. 2025. GONÇALVES, Vânia Maria Duarte; DUARTE, Matusalém de Brito. Inclusão na Educação Profissional e Tecnológica: avaliação do conhecimento e de práticas docentes. Educação em Foco, v. 25, n. 46, p. 335–371, 2022. Disponível em: https://revista.uemg.br/index.php/educacaoemfoco/article/view/5866. Acesso em: 9 fev. 2025. HILL COLLINS, Patrícia. Bem mais que ideias: a interseccionalidade como teoria social crítica. São Paulo: Editora Boitempo, 2021. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Vivências e práticas inclusivas na Educação Profissional e Tecnológica. 2023. Disponível em: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/2796. Acesso em: 9 fev. 2025. LIMA, Carlos Eduardo. Etarismo e diversidade: desafios na educação profissional e tecnológica. Brasília: Editora IFB, 2021. MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2007. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2017. MARTINS, Francy Izanny de Brito Barbosa et al. Diálogos reflexivos sobre pesquisa e experiências na EJA-EPT. Unilivreira, 2024. MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2013. MEDEIROS, José Carlos de; MONCIATTI, Paula Daniela da Silva; KANAANE, Roberto. As relações intergeracionais e a educação profissional técnica. Cadernos de Pós-graduação, v. 23, n. 1, p. 43–55, 2024. Disponível em: https://periodicos.uninove.br/cadernosdepos/article/view/24185. Acesso em: 24 mai. 2025. MENDES, Pedro Cabral; LEANDRO, Cristina Rebelo CLOPES, Mónica. Práticas intergeracionais e interdisciplinares na Educação. Um exemplo prático no Ensino Básico. Revista Portuguesa de Pedagogia, [S. l.], n. 51-1, p. 63-82, 2017. Disponível em: https://impactum-journals.uc.pt/rppedagogia/article/view/1647-8614_51-1_4. Acesso em: 11 set. 2025. OLIVEIRA, Dennis de. Racismo estrutural: uma perspectiva histórico-crítiva. São Paulo: Editora Damdara, 2021. OLIVEIRA, Renata. Preconceito etário em instituições de ensino técnico: um estudo de caso. Revista Brasileira de Educação Profissional, Brasília, v. 8, n. 3, p. 21-34, 2022. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Global report on ageism. Geneva: World Health Organization, 2021. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Relatório mundial sobre o idadismo. Washington, D.C.: OPAS, 2021. Disponível em: https://iris.paho.org/handle/10665.2/55872. Acesso em: 24 maio 2025. PORVIR. Por que a educação profissional e tecnológica no Brasil ainda é para poucos? 2024. Disponível em: https://porvir.org/pesquisa-educacao-profissional-e-tecnologica-2024/. Acesso em: 9 fev. 2025. RAMOS, Maria Geralda Teixeira; BORAKI, Soeli; POLETTO, Marlise Salete Arnoldo. et al. Quebrando barreiras: estratégias pedagógicas para a inclusão de diversidades. DOI: 10.5281/zenodo.11074505, v. 28, Revista FT 2024. Disponível em: https://revistaft.com.br/quebrando-barreirasestrategias-pedagogicas-para-a-inclusao-de-diversidades/. Acesso em: 11 set. 2025. SAMPAIO, Miliana Augusta Pereira. Práticas pedagógicas intergeracionais: um relato de experiência da universidade da maturidade (uma) da universidade federal do Tocantins. Revista Estudos IAT, vol. 9, 2023. Acesso em: 09 de set. 2025. Disponível em: https://estudosiat.educacao.ba.gov.br/index.php/estudosiat/article/view/370. SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. Campinas: Autores Associados, 2003. SCHNEIDER, Dayane Adrielli; FRITZ, Monika; GOES, Evelin Cristina. Gestão da diversidade: o etarismo no mercado de trabalho. Caderno Acadêmico Unina de Tecnologia, Sociedade e Negócios, v. 1, n. 2, 2024. DOI: 10.51399/cau-tsn.v1i2.66. Disponível em: https://revista.unina.edu.br/index.php/cau-tsn/article/view/66. Acesso em: 12 set. 2025. NERI, Anita Liberalesso. Idosos no Brasil: vivências, desafios e expectativas na terceira idade. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2007. Walker, A. O etarismo: uma abordagem crítica. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEtarismopt_BR
dc.subjectInclusãopt_BR
dc.subjectPrática pedagógica intergeracionalpt_BR
dc.subjectEducação Profissional Tecnológicapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.subject.cnpqTópicos Específicos de Educaçãopt_BR
dc.subject.cnpqEducação de Adultospt_BR
dc.subject.cnpqEducação e Diversidadept_BR
dc.titlePRÁTICA PEDAGÓGICA INTERGERACIONAL NA EPT: UMA ANÁLISE ENTRE O ENSINO E O MUNDO DO TRABALHOpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece nas coleções:Especialização em Docência em Educação Profissional e Tecnológica – EPT

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tcc_Eliane Silva.pdf906,47 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.