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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Paz Filho, Erasmo Ribeiro da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9776944451005766pt_BR
dc.contributor.referee1Vaz, Aline Brito-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1228585008963072pt_BR
dc.contributor.referee2Souza, Tenille Ribeiro de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4144514561620320pt_BR
dc.creatorPires, Marcela Monize Oliveira de Faria-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0306513576720520pt_BR
dc.date.accessioned2026-05-04T13:25:28Z-
dc.date.available2026-05-01-
dc.date.available2026-05-04T13:25:28Z-
dc.date.issued2026-03-23-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifgoiano.edu.br/handle/prefix/6563-
dc.description.abstractMycotoxins are secondary metabolites produced by filamentous fungi such as Aspergillus, Fusarium, and Penicillium that contaminate grains, cereals, and other plant-based foods, posing serious risks to human and animal health as well as significant economic losses. Given the limitations of conventional physical and chemical methods for mycotoxin control, the use of microorganisms has emerged as a promising and sustainable biotechnological alternative. In this context, the general objective of this study was to analyze the use of microorganisms in combating mycotoxins, emphasizing their mechanisms of action, effectiveness, and potential application within the food and feed production chain. The methodology consisted of a descriptive and analytical literature review based on the selection of scientific articles, books, and technical documents published in recognized databases such as Scopus, PubMed, and SciELO. Studies addressing the use of bacteria, yeasts, and fungi with the capacity for adsorption, biotransformation, or degradation of mycotoxins were included, with priority given to recent publications. Data analysis was conducted qualitatively in order to identify patterns, recurring findings, and gaps in the scientific knowledge on the subject. The main results indicate that several microorganisms exhibit high efficiency in mycotoxin control. Lactic acid bacteria, such as Lactobacillus and Bifidobacterium, demonstrate the ability to adsorb mycotoxins on their cell walls, thereby reducing their bioavailability. Yeasts, particularly Saccharomyces cerevisiae, stand out for their physical binding to toxins and their practical application as feed additives. In addition, certain microorganisms possess specific enzymes capable of degrading mycotoxins into less toxic compounds, as observed in bacterial and fungal species with biotransformation activity. The analyzed studies report significant reductions in toxicity, improved food safety, and lower environmental impact when compared to traditional methods. It is concluded that the use of microorganisms in combating mycotoxins represents an effective, safe, and environmentally sustainable strategy with great potential for industrial application. Despite these advances, further studies are required to standardize microbial strains, evaluate their stability in different food matrices, and validate their effectiveness on an industrial scale. Therefore, microbial biotechnology represents a strategic field for the development of innovative solutions in mycotoxin control and the promotion of food safety. Keyword: Mycotoxins. Biocontrol. Microorganisms.pt_BR
dc.description.resumoAs micotoxinas são metabólitos secundários produzidos por fungos filamentosos como Aspergillus, Fusarium e Penicillium na fase pós-colheita, que contaminam grãos, cereais e outros alimentos de origem vegetal, representando sérios riscos à saúde humana e animal, além de prejuízos econômicos significativos. Diante das limitações dos métodos físicos e químicos convencionais para controle dessas toxinas, o uso de microrganismo emerge como uma alternativa biotecnológica promissora e sustentável. Nesse contexto, o objetivo geral deste estudo foi analisar o uso de microrganismos na mitigação de micotoxinas, enfatizando seus mecanismos de ação, eficácia e potencial de aplicação na cadeia produtiva de alimentos e rações. A metodologia adotada consistiu em uma revisão bibliográfica de caráter descritivo e analítico, baseada na seleção de artigos científicos, livros e documentos técnicos publicados em bases de dados reconhecidas, como Scopus, PubMed e SciELO. Foram incluídos estudos que abordassem a utilização de bactérias, leveduras e fungos com capacidade de adsorção, biotransformação ou degradação de micotoxinas, priorizando publicações dos últimos anos. A análise dos dados foi realizada de forma qualitativa, buscando identificar padrões, resultados recorrentes e lacunas no conhecimento científico sobre o tema. Os principais resultados evidenciam que diversos microrganismos apresentam elevada eficiência no controle de micotoxinas. Bactérias ácidoláticas, como Lactobacillus e Bifidobacterium, demonstram capacidade de adsorver micotoxinas em suas paredes celulares, reduzindo sua biodisponibilidade. Leveduras, especialmente Saccharomyces cerevisiae, destacam-se pela ligação física às toxinas e pela aplicação prática como aditivos em rações. Além disso, determinados microrganismos possuem enzimas específicas capazes de degradar micotoxinas em compostos menos tóxicos, como observado em espécies bacterianas e fúngicas com atividade biotransformadora. Os estudos analisados indicam redução significativa da toxicidade, melhoria da segurança alimentar e menor impacto ambiental quando comparados aos métodos tradicionais. Conclui-se que o uso de microrganismos na mitigação de micotoxinas constitui uma estratégia eficaz, segura e ambientalmente sustentável, com grande potencial para aplicação industrial. Apesar dos avanços, ainda são necessários estudos adicionais para padronização de cepas, avaliação da estabilidade dos microrganismos em diferentes matrizes alimentares e validação em escala industrial. Assim, a biotecnologia microbiana representa um campo estratégico para o desenvolvimento de soluções inovadoras no controle de micotoxinas e na promoção da segurança alimentar. Palavras-chave: Micotoxinas. Biocontrole. Microrganismos.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Marcela Monize Oliveira de Faria Pires (marcela.monize@estudante.ifgoiano.edu.br) on 2026-05-01T11:07:04Z No. of bitstreams: 1 TCC FINAL.pdf: 1183482 bytes, checksum: ea300b79fc749c9e5a5bbee402189467 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Itala Moreira Alves (itala.moreira@ifgoiano.edu.br) on 2026-05-04T13:23:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TCC FINAL.pdf: 1183482 bytes, checksum: ea300b79fc749c9e5a5bbee402189467 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-04T13:25:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TCC FINAL.pdf: 1183482 bytes, checksum: ea300b79fc749c9e5a5bbee402189467 (MD5) Previous issue date: 2026-03-23en
dc.description.sponsorshipOutra agência de fomento (descrever no resumo/abstract)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal Goianopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Morrinhospt_BR
dc.publisher.initialsIF Goianopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectmicotoxinaspt_BR
dc.subjectmicrorganismospt_BR
dc.subjectsegurança alimentarpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOSSANIDADE::MICROBIOLOGIA AGRICOLApt_BR
dc.titleO USO DE MICRORGANISMOS NA MITIGAÇÃO DE MICOTOXINASpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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