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dc.contributor.advisor1Oliveira, Tiago Mendonça de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0345258555273404pt_BR
dc.contributor.referee1Duarte, Fernanda Melo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5338539796531801pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Suelino Severino da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1336178714174221pt_BR
dc.creatorLima, Rita de Cássia Sudário-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2422031565407449pt_BR
dc.date.accessioned2021-07-21T23:45:03Z-
dc.date.available2021-08-16-
dc.date.available2021-07-21T23:45:03Z-
dc.date.issued2021-06-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifgoiano.edu.br/handle/prefix/1949-
dc.description.abstractIntroduction: The yellow fever is a controlled disease in Brazil, but some cases are still perpetuating. The epidemiology of the disease runs through the wild and urban cycle, according to its form of transmission, vector and infected host. Methodology: It was carried out a descriptive, ecological and retrospective study of confirmed cases of yellow fever in the state of Goiás between 2007 and 2016. The data were collected and obtained from the Notifiable Diseases Information System (SINAN in Portuguese). Results: It was observed that 20 cases of yellow fever were confirmed in the state of Goiás. From this amount, 18 occurred in male individuals with the white and brown color ones being the most affected. Besides, the geographic area where the study was conducted, showed a total of 16 regions affected by the disease. It has been found that factors such as temperature, rainfall and the action of man on the environment contribute to the incidence of the virus circulation still in its enzootic cycle. Conclusion: The study contributed to the knowledge of the profile of confirmed cases of yellow fever in Goiás and brought evidence of high severity of such disease in the state.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A febre amarela é uma doença já controlada no Brasil, porém ainda perpetuam alguns casos. A epidemiologia da doença perpassa pelo ciclo silvestre e urbano, de acordo com sua forma da transmissão, vetor e hospedeiro infectado. Objetivo: Avaliar o perfil dos casos de febre amarela no estado de Goiás no período de 2007 a 2016. Método: Realizou-se um estudo descritivo, ecológico e retrospectivo dos casos confirmados de febre amarela presente no estado de Goiás entre os anos de 2007 a 2016. Os dados foram coletados e obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Resultados: Observou-se que 20 casos de febre amarela foram confirmados no estado de Goiás, 18 ocorreram no sexo masculino, sendo indivíduos da raça branca e parda foram os mais acometidos. Além disso, a distribuição espacial retratada em Goiás, obteve um total de 16 regiões goianas acometidas pela doença, destacando como fatores temperatura, pluviosidade, ação do homem no ambiente colabora para a incidência da circulação do vírus ainda em seu ciclo enzoótico. Conclusão: O estudo contribuiu para o conhecimento do perfil de casos confirmados de febre amarela e evidenciou a alta gravidade da doença no estado de Goiás.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Rita de Cassia Sudario Lima (rita.sudario@estudante.ifgoiano.edu.br) on 2021-07-21T19:24:15Z No. of bitstreams: 1 TCC - Perfil de Casos de Febre Final.pdf: 702847 bytes, checksum: 52e545989eff345a2f7d489697041041 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal Goianopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Cerespt_BR
dc.publisher.initialsIF Goianopt_BR
dc.relation.referencesBRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde: volume único / Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3ª. ED. – Brasília: Ministério da Saúde, 2019. 740 p. BRITO, L. B. M. et al. Febre Amarela: Revisão de Literatura. Rev BJSCR, set./nov, v. 8, n. 3, p. 61-65, 2014. CAMARA, Tamara Nunes de Lima. Mudanças Climáticas e Arboviroses. Revista Eletrônica de Jornalismo Científico - Com Ciência -. São Paulo, 2017. CAVALCANTE, Karina Ribeiro Leite Jardim; TAUIL, Pedro Luiz. Características epidemiológicas da febre amarela no Brasil, 2000-2012. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 25, p. 11-20, 2016. 7 CAVALCANTI K.R.L.J, TAUIL P.L. Risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil. Epidemiol Serv Saude. v.26, n.3, p.617-620, 2017. COSTA, Z. Estudo das características epidemiológicas da febre amarela no Brasil, nas áreas fora da Amazônia Legal, período de 1999-2003 [dissertação]. Brasília (DF): Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca; 2005. ESCOSTEGUY, Claudia Caminha et al. Febre amarela: perfil dos casos e fatores associados ao óbito em hospital referência no estado do Rio de Janeiro, 2017–2018. Revista de Saúde Pública, v. 53, p. 89, 2019. FANTINI, Debora Capraro et al. Perfil epidemiológico da febre amarela da região Sul do Brasil, de 2007 a 2019. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 1, p. 891-907, 2021. LOPES, ANTONIO CARLOS. Tratado de Clínica Médica, Ed. Roca Ltda., São Paulo, v. 1, p. 696-699, 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Vigilância Epidemiológica de Febre Amarela. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 63p. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Monitoramento do período sazonal da febre amarela: Brasil – 2017/2018. Informe. 2017-2018. n.26, p.1-12. Disponível em: <http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/maio/18/Informe-FA-26.pdf> Acesso em 10 dez. 2020 REZENDE, Izabela Maurício de et al. Persistence of Yellow fever virus outside the Amazon Basin, causing epidemics in Southeast Brazil, from 2016 to 2018. PLoS neglected tropical diseases, v. 12, n. 6, p. e0006538, 2018. SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Febre amarela: atualização. Inf Epidemiol. Atualização 05.07.2018. Disponível em: <https://www.saude.rj.gov.br/noticias/2018/07/informe-epidemiologico-febre-amarela0507> Acesso em 10 dez. 2020 SINAN. Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/febreamarelago.def> Acesso em set. 2020. TAUIL, Pedro Luiz. Aspectos críticos do controle da febre amarela no Brasil. Revista de Saúde Pública, v. 44, n. 3, p. 555-558, 2010. TORRES, Rebeca Guilarde; MOREIRA, Vitória Marques; NEVES, Roberpaulo Anacleto. Análise da distribuição espacial dos casos de febre amarela no estado de Goiás, 2007–2017. Revista Brasileira Militar de Ciências, v. 5, n. 12, 2019. TUBOI, S.H.; COSTA, Z.G.; COSTA VPF; HATCH D. Clinical and epidemiological characteristics of yellow fever in Brazil: analysis of reported cases 1998-2002. Trans R Soc Trop Med Hyg, 2007.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectperfil de casospt_BR
dc.subjectfebre amarelapt_BR
dc.subjectletalidadept_BR
dc.subjectciclo enzoótico.pt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::GENETICA::GENETICA HUMANA E MEDICApt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM::ENFERMAGEM DE SAUDE PUBLICApt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIApt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIApt_BR
dc.titlePERFIL DOS CASOS DE FEBRE AMARELA NO ESTADO DE GOIÁS NO PERÍODO ENTRE 2007 A 2016pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Licenciatura em Ciências Biológicas

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